Um pouco sobre nós!


Yhudi Martins, Claudia Priscila S. Maia, Jonnas Peixoto, somos completamente unos, e pensamos como tal. Eu nunca poderia ter imaginano que me cercaria de pessoas tão maravilhosas como essas. Quando se trabalha com algo que ama ja é ótimo, e quando se partilha essa experiência ao lado de amigos e de sua mulher, então é o Paraiso.


Escrevemos ficção, mas acima de tudo escrevemos realidade. Não haverá um texto se quer em que, por trás desse, não exista um verdadeiro motivo, um verdadeiro objetivo ou mesmo uma verdadeira mensagem a ser transmitida em nosso Livro. Não tenho tanto estudo quanto gostaria, mas como disse Thalita Rebouças, uma verdadeira revelação agora no Brasil: " Afinal, para ser escritor não existe faculdade, não existe curso, você simplesmente vira escritor. Assim, do dia pra noite. Num estalar de dedos.", eu sempre pensei o mesmo, e é isso que eu sigo. De uma coisa tenho certeza: sei contar histórias. Meu gênero preferido, e o qual eu escrevo, assim como meus companheiros, eu ouso em chamar de fantasia. A era medieval é minha paixão, é minha vida, em tudo o que eu consigo observar, eu vejo e penso como poderia ser em épocas remotas. Ainda assim, descrevo um mundo mágico, com seres que já foram mencionados em muitas histórias antigas, e em muitas lendas. O que de fato me inspirou nesse gênero foi John Ronald Reuel Tolkien, o autor da trilogia O Senhor dos Anéis, o qual vendeu mais de 150 milhões de exemplares.



Bom, eu espero que gostem do Blog, e que leiam muito nele, pois irei escrever muito. E para aqueles amantes de RPG, de seres mitológicos, de histórias da Terra Media, da era medieval, Dragões, duendes, magos, etc etc etc, Sejam Bem vindos! Tenho certeza que iram tirar muito proveito do conteúdo que colocarei aqui dentro!

Yhudi Martins.

Posted by Yhudi | às 23:36 | 2 comentários

Em construção, desculpem pelo transtorno!

Posted by Yhudi | às 23:35 | 0 comentários

Dicas dos Experts

Bem, aqui vou dizer algumas dicas minhas para quem quer começar a escrever, e para os que ja escrevem ( como eu) algumas dicas de escritores famosos também estarão aqui. Me ajudaram bastante até, e creio que ira ajudar a vcs também.

Então vamos começar... Antes que eu começasse a escrever, eu comecei a ler, para ter uma base de como os grandes escritores escreviam seus livros. Sou amante de O Senhor dos Aneis, de J.R.R Tolkien, então comecei por esse. De fato ele era um gênio. Descrevia como nenhum autor descreveu um cenário, nunca havera alguem melhor que ele nisso. Porém, quem não gosta fica um pouco intediado. Para ele descrever uma unica árvore, talvez vá uma pagina inteira, ou até mais. Eu particularmente gosto, acho magnifico o modo que ele consegue fazer isso. Não é o modo que escrevo, e também acho que nao conseguiria, mas realmente é algo a se aplaudir. Depois que li os livros dele, eu ja tinha uma base por onde começar meu livro, de como escrever e coisa e tal. Ainda assim procurei outros autores para me aprimorar. Dai parti para Robert Anthony Salvatore, autor e escritor de Forgotten Realms ( Os Reinos Esquecidos). R.A Salvatore escreveu a trilogia "Os Reinos Esquecidos: O Vale do Vento Gélido" o Volume 1 tem como titulo "A estilha de cristal", o volume 2 " Rios de Prata", e o por ultimo, Volume 3 "A joia do Halfing". Eu indico TODOS os livros de R.A Salvatore, ele é incrivel, um verdadeiro genio da fantasia.
Depois que li o primeiro volume da trilogia Forgotten Realms, comecei a escrever o meu próprio livro. Antes de ler esses livros que mencionei eu tentei escrever, mas além de demorar MUITO para conseguir escrever poucas paginas, não ficou tão bom quanto o que escrevi DEPOIS de ler. Leiam muito, pois isso enrriquece seu vocabulario, e acima de tudo, te da uma otima base para você escrever cada vez melhor.
Outra coisa que realmente ajuda, que vocês iram ver logo abaixo, nas dicas dos escritores famosos, é o simples fato de quando escreve algo, e que não esta muito bom naquele momento, quando a historia esta confusa na sua cabeça, NÃO JOGUE FORA o que você escreveu. Guarde. Depois de um tempo leia de novo, você vera que está bom, até ira se perguntar "eu escrevi isso?", e ainda por cima a história ira dar continuidade naturalmente. Eu acho que isso ocorre pelo fato de você estar "bitolado" com uma ideia. Aquela coisa que fica na sua cabeça, e sempre que vai escrever ela continua la. Então tem de dar um tempo para que aquilo se afaste, e depois continuar com um outro ponto de vista.
Bom... Acho que tudo o que irei falar vocês podem ler direto de autores consagrados, que estão ali embaixo, xD é isso pessoal, boa leitura, boa escrita e acima de tudo, boa Diversão!


Aqui vai algumas dicas de Stephen King, e um pouco sobre ele:

Stephen King é conhecido pelos seus mais de 50 best sellers de horror e fantasia, é autor de mais de 200 obras e recebeu o prêmio da National Book Foundation dos EUA pela sua contribuição para as letras americanas, embora nem sempre tenha tido a crítica a seu favor.

Stephen King ensina a escrever melhor, 5 dicas.
Vá direto ao ponto – ou pelo menos chegue logo ao ponto. Não desperdice o tempo do leitor com longas introduções e prolegômenos. Não gagueje.
Escreva um rascunho e deixe decantar – depois de escrever o rascunho, guarde por algum tempo, aguarde maturar, e só então revise e prossiga. Isto lhe permitirá ver o texto sob outra perspectiva, diferente daquela sob a qual você o escreveu, e assim facilita aplicar os cortes e edições que você talvez nem perceberia que precisava fazer.
Corte seu texto – King fala em cortar 10% do total – foi um conselho que ele recebeu em uma carta de rejeição de um texto seu, no início da carreira, e que seguiu desde então. Remova palavras, frases e capítulos supérfluos.
Leia muito – precisa explicar? Para escrever bem, é preciso ler bem. Aumentar sua quilometragem, aprender fatos e estilos novos, saber melhor o que fazer (e o que não fazer). Não é difícil, e vale a pena.
Escreva muito – o aperfeiçoamento vem com a prática, assim como nos esportes. Escreva, e depois escreva mais, e assim você vai melhorar cada vez mais.



George Orwell, você sabe, é o autor de “1984″ (o livro que cunhou o conceito e o nome “Big Brother”) e de “A revolução dos bichos”. O que você pode não saber é que em 1946 ele escreveu um texto dando sugestões para melhorar o estado do uso do idioma nas publicações da sua época.

As dicas de George Orwell:
Nunca use chavões, metáforas ou outras figuras de linguagem que você esteja acostumado a ver na imprensa.
Nunca use uma palavra longa onde uma curta é suficiente.
Se for possível cortar uma palavra, sempre a corte.
Nunca use a voz passiva se puder usar a ativa.
Nunca use uma frase estrangeira, um termo científico ou um jargão se você consegue pensar em um equivalente comum.
Quebre qualquer destas regras antes de escrever alguma barbaridade.

As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever bem
Elas são curtas e diretas:
Use frases curtas: O estilo de Hemingway ia direto ao ponto, minimalista e genial.
Inicie com um parágrafo curto: Veja a abertura deste artigo.
Escreva com vigor: Transmita sua idéia com energia, deixe evidente o foco, a intenção.
Escreva positivamente: Descreva o que as coisas são, e não o que elas não são. Não diga “não é muito caro”, diga “é econômico”. Ao invés de dizer que o software não tem erros, diga que ele é consistente, ou estável.
Saiba reconhecer os seus sucessos: publique os textos em que você acertar, e descarte (ou guarde para depois aprimorar) aqueles que não estão no nível de qualidade desejado.

Agora as dicas de Thalita Rebouças, retirada de sua própria pagina da web:
Por Thalita Rebouças:
Mas se você sonha em ser escritor e ainda não botou as manguinhas de fora:
1) Nunca é tarde para correr atrás de um sonho. Zélia Gattai começou a escrever aos 63 anos, furou as orelhas aos 80 e hoje é imortal. Mas comece logo. Agora, se possível, tenha você 15 ou 80 anos. Escrever um livro leva tempo, então por que esperar mais? Cada dia de espera é um dia perdido, não volta mais. Aliás, esta dica serve para qualquer sonho que você tiver. Acredite e comece a se mexer. Ficar em casa assistindo à Sessão da Tarde não ajuda nada.
Lembrei-me agora de uma passagem do primeiro livro do Amyr Klink, Cem dias entre Céu e Mar, em que ele conta uma coisa muito bonita. Seu medo maior não era das tempestades, dos tubarões ou da solidão. Seu medo era de nunca sequer partir para tentar realizar o seu sonho de cruzar o Oceano Atlântico remando. Não tentar pode ser muito, muito mais doloroso do que fracassar. Portanto, por mais difícil que possa parecer, NÃO DESISTA!
2) Não se preocupe se os seus primeiros textos não forem um primor. É muito difícil acertar a mão logo de primeira. Continue tentando, continue insistindo. Você vai melhorar. Como dizem os ingleses, "a prática traz a perfeição". Escreva e reescreva cada parágrafo, cada capítulo dezenas de vezes, se necessário. Eu só paro de alterar um livro quando a editora me obriga a entregar os originais para iniciar o processo de publicação.
3) Aliás... o ato de escrever se resume, basicamente, a duas etapas: a primeira consiste em despejar a história no papel. A segunda, minha preferida, em burilar esse texto "despejado". Lembre-se de que, como disse o filósofo francês Voltaire, escrever é a arte de cortar palavras. Acredite, é um dos melhores conselhos para quem quer viver de escrever. Não tenha pena do seu texto, corte, corte mais uma vez, mais uma. Limpe as arestas, enxugue as gorduras, mesmo, sem dó nem piedade. Assim, seu texto fica mais enxuto a cada leitura, a cada tratamento e, um belo dia, ele vai estar pronto, tinindo, apenas esperando que você dê a partida e o envie para as editoras.
4) Se você é do tipo que entra em pânico diante de uma tela de Word em branco, compre um gravadorzinho. É uma excelente ferramenta de trabalho, vivo com o meu para cima e para baixo para não deixar as idéias sumirem na memória. Muita gente me diz que o difícil é começar a escrever, que dá um branco, parece que tem uma barreira etc. Com o auxílio do gravador, você simplesmente conta a história para você mesmo. Acredite, depois fica fácil passar para o papel. Você começará apenas transcrevendo suas idéias mas, aos poucos, vai tomar gosto pela escrita e pelo processo de lapidação de texto. E posso adiantar uma coisa? Prepare-se, é uma delícia.
5) Uma forma bem bacana de praticar a escrita (e também de aprender a encarar as críticas numa boa) é criar um blog. Eles proliferam na internet e vieram ao mundo para mostrar o talento de muita gente que andava escrevendo escondida por aí. Além de ser uma maneira de mostrar a sua cara (e seu texto, claro), o blog pode te ajudar a ser encontrado por uma editora, já que cada vez mais a web se firma como celeiro de bons escribas. Se quiser conhecer o meu blog, clique aqui.
6) Não escreva sem saber aonde quer chegar, fica muito difícil. É claro que você pode – e deve – mudar a sua história ao longo do tempo, mas sempre tenha um objetivo definido. Um exemplo: quando comecei a pensar em escrever o Tudo por um Pop Star defini que seriam três amigas, fãs fanáticas (e desastradas), capazes de fazer as maiores loucuras para chegar perto de seus ídolos. Os detalhes vieram depois, nasceram enquanto eu escrevia.
7) Escolha um tema familiar, com o qual você se sinta à vontade. E pesquise o quanto for preciso para dar consistência ao seu romance. Com a Internet, pesquisar os mais diversos assuntos ficou bem mais fácil. E é uma das partes mais gostosas do trabalho de escrever um livro.
8) Se a história empacar, deixe o livro de lado por algum tempo, mas não desista. De tanto revisar uma parte, você pode acabar não vendo mais o que precisa ser corrigido. Deixe o texto descansar por algumas semanas e depois volte a ele com olhos renovados. Problemas que pareciam insolúveis se resolvem naturalmente.
9) Observe. Tudo. No carro, na portaria, no elevador, na night, observe tudo e todos. O cotidiano é uma infindável fonte de inspiração (bebem dela grandes autores, como João Ubaldo Ribeiro, Mário Prata e Fernando Sabino, só para citar alguns). Um comentário aparentemente inútil e sem importância que você ouviu no elevador pode render idéias saborosas para crônicas, contos e até romances. Fique de olhos e ouvidos bem abertos! Sempre.
10) Cuidado com a opinião de amigos ou mesmo de parentes. Ela pode ser desfavorável (ou não tão otimista quanto você esperava) e abalar a sua garra. Lembre-se de que a última coisa que os pais de Paulo Coelho desejavam era que ele se tornasse escritor. E quem vai dizer agora que ele estava errado? Além do mais, seu livro, por mais que você o ame e o ache perfeito, sempre desagradará a alguém. Nenhum livro (nenhum, mesmo!) tem aprovação unânime. Se alguém criticar seu texto, procure encarar com naturalidade. É difícil, mas é preciso.
11) Molho. Massa sem molho é uma lástima. Fica uma coisa sem graça, insossa, zero apetitosa. Texto sem molho é isso aí e mais um pouco. Escrever corretamente é uma coisa. Escrever com molho é outra. Uma boa história é capaz de prender o leitor. Mas uma boa história com molho pode conquistá-lo e ser o ingrediente que levará seu projeto de livro para frente. Luis Fernando Veríssimo, Fernando Sabino e João Ubaldo Ribeiro são ótimos exemplos de autores que sabem dar molho ao que escrevem.
12) Leia. Leia muito. Livros, jornais, revistas, bulas de remédio, manuais de máquinas fotográficas, blogs, gibis, não importa. É lendo que ficamos em contato com a matéria-prima de todo e qualquer escritor: a língua portuguesa. É como o treino para um jogador de futebol. Sem leitura, um escritor que podia ser craque vira apenas mais um perna-de-pau.
Para quem já está com seu primeiro original prontinho
1)
Registre seus originais na Biblioteca Nacional antes de enviá-los a uma editora. O procedimento é simples e está descrito no site da instituição. Importante: este registro não precisa ser enviado para as editoras junto com os originais.
2) Envie, junto com uma carta de apresentação caprichada, um exemplar encadernado para todas as editoras que você acha que têm perfil para publicar o seu livro. Muita gente me pergunta se pode mandar os originais em formato digital. Melhor não. O ideal é que seus originais cheguem à editora impressos e encadernados. Mas isso é o óbvio, né?
Só que é preciso tomar alguns cuidados. Se você simplesmente enviar os originais num envelope pardo, pode ter certeza de que ele vai acabar numa pilha que, usualmente, vai do chão ao teto. As editoras simplesmente não conseguem avaliar todos os originais que chegam para elas.
Para que isso não aconteça, invente uma forma criativa de se destacar dos outros candidatos a escritor. Exemplos: mande os originais numa caixa enorme, cheia de balas. Ou mande numa caixa colorida. Ou o que mais você inventar para aparecer mais do que os outros.
Claro que você pode ter sorte, como teve ninguém menos que J. K. Rowlling, a criadora de Harry Potter, o bruxinho mais famoso e milionário do mundo. Foi do topo de uma pilha dessas que foi pego seu primeiro original, simplesmente porque um compromisso do agente foi cancelado. Mas, na dúvida, vamos sempre tentar dar uma mãozinha para a nossa sorte.
3) Coloque um pinguinho de cola a cada dez páginas dos seus originais. Assim, quando uma editora qualquer devolver seu texto alegando não ter interesse em publicá-lo, você poderá checar se ele foi ao menos lido e avaliado. Meu marido, o Cao, fazia isso quando não tinha ainda nenhum livro publicado e denominou a técnica de "colagem anti-depressão". Muito útil. Diversas vezes ele recebeu de volta os originais e pôde verificar que eles não tinham sido sequer folheados.
4) Se depois de um ano você não receber nada a não ser cartinhas do tipo "que pena, mas para os próximos meses nossa programação já está fechada", comece a cogitar uma pequena edição independente. Voltando ao exemplo do Cao, essa foi a decisão dele e, após a venda de 800 exemplares (nos bares, em pequenas livrarias etc.), ele acabou sendo convidado pela Editora Record para reeditar seu primeiro livro, O Brilho dos Pássaros, e, em seguida, lançar o segundo, A Janela Entreaberta.
5) Se for fazer sua edição independente, muitíssimo cuidado com a escolha da capa, do título e com o preço final para o leitor. Quanto mais barato um livro, mais fácil vendê-lo – principalmente quando se trata de um autor iniciante. O título e a capa, claro, devem ser bonitos e bem cuidados. Mas também precisam ser comerciais e espelhar bem o conteúdo do romance.
Um exemplo de livro com título poético e capa bonita que não funcionam bem comercialmente é O Brilho dos Pássaros, do Cao (mais detalhes em http://www.carlosluz.com.br/). O livro conta o que acontece a um rapaz de 20 e poucos anos após a sua morte, mas se o provável leitor não pegar o livro e ler a contracapa jamais descobrirá. Acho que é só isso que ainda impede esse romance de se tornar um imenso sucesso, mas com o tempo ele chega lá, tenho certeza. Tudo teria sido muito mais rápido se o título escolhido tivesse sido, por exemplo, Depois que morri.
6) Por mais que você ame desenhar e seja um ótimo ilustrador, deixe a capa aos cuidados da editora. Não que você não possa opinar e dar sugestões quando chegar a hora, mas a palavra final nas capas dos livros costuma ser da editora.
7) Mandar os originais em formato de livro pronto também não impressiona as editoras. Elas são 100% responsáveis pela parte gráfica de um livro (tipo de letra, encadernação, capa, contracapa, tudo). A parte que cabe ao escritor é apenas o texto.
8) Muita gente me escreve perguntando como é feito o pagamento aos escritores. Normalmente, as editoras pagam 10% do preço de capa trimestralmente.


Bom, é isso pessoal, Todo o conteúdo que esta aqui foi retirado de paginas que encontrei no google, então não são de atoria minha, mas agradeço muito a eles, pelo grande leque de informações. Espero que tenham gostado, e que tenham aproveitado ao maximo essas dicas.
Abraço a todos!
Yhudi Martins

Posted by Yhudi | às 23:17 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:56 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:55 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:55 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:40 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:33 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:32 | 0 comentários

O mundo do RPG!




Certo, vamos falar sobre RPG e seu fantástico mundo mágico e sem fronteiras.

O role-playing game (RPG, traduzido como "jogo de interpretação de personagens") é um tipo de jogo em que os jogadores assumem os papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. O progresso de um jogo se dá de acordo com um sistema de regras predeterminado, dentro das quais os jogadores podem improvisar livremente. As escolhas dos jogadores determinam a direção que o jogo irá tomar.
Os RPGs são tipicamente mais colaborativos e sociais do que competitivos. Um jogo típico une os seus participantes em um único time que se aventura como um grupo. Um RPG raramente tem ganhadores ou perdedores. Isso o torna fundamentalmente diferente de outros jogos de tabuleiro, jogos de cartas, esportes, ou qualquer outro tipo de jogo. Como romances ou filmes, RPGs agradam porque eles alimentam a imaginação, sem no entanto limitar o comportamento do jogador a um enredo específico

A Historia do RPG: Como surgiu.

Em registros oficiais, o Role Playing Game ou RPG surgiu no ano de 1974. O primeiro lançamento foi o jogo Dungeons & Dragons (Masmorras e Dragões, em português), criado por Gary Gygax e Dave Arneson. No início, o D&D( abreviatura de Dungeons & Dragons), era um simples complemento para um outro jogo de peças de miniatura chamado Chainmail (cota de malha), mas terminou dando origem a um jogo totalmente diferente e inovador. Este primeiro jogo era extremamente simples comparado aos Jogos de Interpretação da atualidade e tinha uma origem influenciada por jogos de guerra/estratégia.
Há poucos registros confirmados, mas há uma especulação que Gary e Dave começaram o RPG em virtude de que estariam jogando um "WarGame" (jogo de batalha entre miniaturas) e um dos dois disse ter construído uma fortaleza indestrutível. Como forma de invadir essa fortaleza, o adversário disse que 3 dos seus melhores guerreiros foram enviados para entrar nos esgotos da fortaleza para invadi-la. Com isso, surgiu a primeira aventura controlando um pequeno grupo de personagens, e assim começou a interpretação individual e não apenas de exércitos.
Praticamente junto com o D&D foi lançado outro jogo mais complexo, que já mostrava um outro tipo de abordagem para o RPG: Empire of Petal Throne foi lançado também pela TSR, em 1975, teve pouco sucesso de vendas, porém fazia uma nova abordagem. Passava das lendas medievais para novas criaturas de raças inspiradas em lendas astecas, egípcias e de povos da antiguidade; foram criadas até uma nova língua para os jogadores se comunicarem com aquelas raças. Mesmo as regras sendo praticamente iguais ao D&D, o jogo tinha uma abordagem totalmente diferente. Isso só viria reforçar a tese que o RPG poderia ser tanto um jogo divertido para adolescentes, como uma grande representação elaborada que poderia abordar as mais diversas experiências.
Em 1980, D&D já era uma grande febre e em 1982 surgia o filme Mazes and Monsters, com o ator Tom Hanks ainda jovem, mostrando a história de um jogo de RPG. Em 1983 o jogo virou um desenho animado, Caverna do Dragão.

O jogo confirmava seu sucesso com o lançamento do AD&D (Advanced Dungeons & Dragons) e surgiam novos gêneros alternativos para o jogo como:

* Super-Heróis, com um sistema Champions, criando um gênero e trazendo uma forma de pontuação para os personagens, além dos atributos, das vantagens e desvantagens o que tornava o jogo mais tridimensional e interessante.

* Cyberpunk, nos anos 80 discutia o impacto da realidade virtual em um futuro próximo.

* Ficção Científica, baseados em uma literatura já existente como o Estar Farsas ou totalmente inovadores como Caravelas.
Em 1986 a empresa Steve Jackson Games publica o jogo GURPS um sistema genérico de regras. Ele veio com toda uma diversificação onde os GM (Game Master) poderiam usar um sistema que permitisse que o jogador, mesmo com vários gêneros de personagens e mundos onde a ação pudesse ocorrer, pudesse jogá-los com apenas um conjunto de regras.
Outro gênero criado nessa época foram os RPGs educativos, que visavam empregar a mecânica do RPG em atividades didáticas. No Brasil, por exemplo, foi lançado o livro GURPS: Desafio dos Bandeirantes. Eles surgiram principalmente como uma resposta a acusações de que o RPG teria um efeito negativo nos seus jogadores, podendo até levar a crimes (as ligações entre o RPG e esses crimes foram posteriormente desmentidas).
Até o fim dos anos 1990 surgiram inúmeros títulos, oferecendo variações no jogo ou ambientações diversas para a interpretação (também chamadas de cenários). Por outro lado, isso levou a uma fragmentação do mercado, diminuindo o lucro das editoras e consequentemente o número de edições, afastando alguns fãs.
No início do século XXI, foi lançada a terceira edição do jogo D&D, que contava com uma licença que permitia a qualquer um lançar produtos compatíveis, chamada de Open Game License. Isso levou a um novo crescimento no mercado do RPG, com o lançamento de um número maior de títulos.
Apesar dessa Invasão da Open Game License, varias editoras continuam a lançar RPGs com sistemas próprios. No Brasil a Editora Comic Store lança em 2004 o OPERA RPG, que além de apresentar regras lógicas e ágeis para se jogar RPG em qualquer cenário, ensina como funciona a sua estrutura básica, permitindo que qualquer jogador possa criar novas regras compatíveis com seu sistema. Em 2005 é lançado o RPGQuest , para iniciantes, retornando às origens de jogos de tabuleiro misturados com interpretação e jogos de contar histórias, com distribuição em bancas de jornais e lojas de brinquedos.



Eu particularmente acho que esse jogo pode ter sido usado ainda há muito tempo atrás, digo, antes dos registros. Claro que, usado não como um jogo, e sim talvez como um meio de estratégia, o que seria muito mais provável. Não diria que possa ter sido usado como o RPG de ficha, aquele que se usa dados e a imaginação para dar vida as coisas, mas com coisas mais certas, como cartas para se organizar, tabuleiros para ter noção do tamanho de terrenos e o que se poderia fazer ali, informações sobre seus inimigos e claro, miniaturas diversas, da pedra a madeirinha esculpida. xD

Bom, vamos La, quebrando barreiras:
Como já sabemos, RPG é um jogo de interpretação, mas não é apenas isso. Existe todo o mundo ao redor. RPGs como D&D, GURPS, TAGMAR entre outros, já te disponibilizam livros e mais livros sobre vários temas dentro do jogo. Tais como Classes, raças, habilidades de cada um delas, habilidades que todas podem aprender, etc. O mundo ao seu redor, os climas de cada lugar, os mapas de cada lugar, vegetação, ambiente, cidadãos, língua falada naquele local, e etc. Dentro do jogo, para aqueles que já existem o sistema, exemplo D&D, eles tem um mundo próprio. Com continentes, países, povos, habitantes e tudo o mais, diferente do mundo em que vivemos ( claro xD). É um mundo imaginário, em que uma equipe inteira ( No caso da D&D) se junta para montar. Então cada um tem o seu papel, fazendo aquele mundo tomar forma. Daí eles publicam os livros, com monstros, magias etc etc, e pronto, você pode comprar e usar aquelas coisas para o seu RPG, ou então, usar para o sistema deles, no caso se estiverem jogando uma sessão de Dungeons e Dragons. Mas isso não impede do mestre pegar algumas características da D&D e inventar ai, um “sisteminha” do modo que lhe agradar mais e ao seus jogadores também é claro. Imagine que você mestre, teria que fazer um mundo inteiro sozinho, cada plantinha que existe apenas em tal região, cada formiga, cada monstro, cada partícula, cada TUDO! Brincar de Deus definitivamente não é fácil, e apenas um conhecido no mundo todo fez uma obra tão gigantesca, que ultrapassa qualquer limite de imaginação: Deus. XD
Já imaginou que o cara é tão FODA, mais TAO FODA! Que ele pensou em cada grão de areia posto em algum lugar? Ou cada inseto para ter sua função no mundo, cada folha, cada gota de água! Não da nem para pensar não é mesmo? Bom, então é isso, como eu ia dizendo, a meios fáceis e rápidos, e não tão baratos( xD ) de agilizar o processo de um mestre em relação a criação de seu próprio mundo, ou apenas em jogar no mundo deles ( D&D , etc)
Para você que é mestre de um grupo de jogadores, é viável dizer que: você gosta de levar as coisas do seu modo, não é? E como surge um mestre? Como saber que você esta pronto, ou que é bom o suficiente? Jogadores promissórios são fáceis de perceber: Você se destaca mais com seu social, você tem completamente a confiança de seus amigos e aliados dentro e fora do jogo, muitas vezes suas habilidades de liderança são mais relativas que a dos outros, sempre tomando decisões, sempre colocando as questões para todo o grupo e fazendo-os conscientizar com suas escolhas, sua cabeça é mais rápida quanto aos acontecimentos gerais, conseguindo pensar, procurar e questionar coisas que muitas vezes um jogador não faria.
Daí você tem algumas sessões com um mestre que não sabe te responder as suas perguntas, ou que nem mesmo emprega e aplica direito as regras do sistema que jogam, sempre tornando as sessões uma verdadeira bagunça, e para você, como jogador aquilo é inadmissível, e é ai que surge um mestre! A primeira coisa que um jogador desse tipo pensa, é: Irei fazer um RPG descente, com regras, com aventuras, com mistérios e tesouros! Todos irão adorar!
Ás vezes a sua mente é tão grandiosa que você consegue controlar tudo ao mesmo tempo, e quando digo tudo, é tudo MESMO! Coisas como o Clima, a vegetação do local, animais presentes, do cavalo à formiguinha, os inimigos na cena, os itens deles, as habilidades, estaturas, jeitos, manias, marcas, voz, em fim, TUDO, e ai então surge uma sessão que ira ser lembrada sempre que o assunto RPG for lançado. Devo dizer também que tudo é um treino. Então para aqueles que ainda não pegaram o jeito, ou se acham ruins, que nunca irão conseguir, só tenho um conselho: Persista.
Ser um grande jogador, para ser um grande mestre é um mito. Porém ajuda muito, kkkkk xD
Como mestre você naturalmente vê coisas que como jogador não veria, podem acreditar. E como mestre, você precisa ser realista, ter a lógica juntamente com a imaginação e criatividade, pegar tudo isso e fazer a magia desse mundo de RPG “Rolar”.
Quando digo “Realidade” e “Lógica”, não vá pensar que estou falando que uma “bola de fogo” (exp) saindo das mãos de um mago é algo impossível de se acontecer, irreal e se lógica alguma! Bem, e na verdade é, mas afinal, além disso ser um jogo, a moral é fazer coisas que são impossíveis, e que não existem na vida real, se não, vai jogar “Jogo da vida”, ou “ The Sims”, e por ai a fora. RPG é um mundo mágico, um mundo que pode acontecer de tudo, e quem manda nessas coisas é você, o mestre, e os jogadores também é claro. O que quero dizer sobre realidade e lógica, é algo bem simples: Se essa mesma bola de fogo pegar em seu alvo, digamos que seja em um humano, dependendo da gravidade, e do tamanho dela, ela poderá facilmente matar o sujeito, afinal, é como se fosse um botijão de gás explodindo em CIMA de você, e é ai que entra a realidade e lógica. Digamos que o sortudo sobreviveu, ele terá no mínimo do mínimo do mínimo as marcas, ou seja, queimaduras do pior grau possível, ( tipo 5º Grau, KKKK) em todo o local afetado, entende?
Agora para jogadores, não pensem que me esqueci de vocês! xD Sem vocês o que um mestre pode fazer? Jogar sozinho? Não tem sentido tem? Porém, um alerta Sr.s jogadores: Não frustrem e não desanimem seu mestre! É triste quando um mestre prepara uma super aventura durante uma semana, cheia de segredos, surpresas, mistérios, e ai vêm seus jogadores com o famoso estilo de jogo “Derrubem a Porta”, e passa por tudo se descobrir nada, apenas matando e destruindo tudo o que há na sua frente, até mesmo “aquele personagem que deveria ser salvo no final da aventura”, kkkkkkkkk, e pra melhorar, fazer tudo isso em dois ou três dias... -.-“ Tudo bem... Nada contra o estilo “Derrubem a porta”, mesmo por que, se o mestre não der dica nenhuma para descobrirem as coisas, seria impossível até pra quem procura achar todas as coisas escondidas que ele poderia ter colocado na aventura, porém o tipo de comentário “ Que aventura fraca” ou “Aventurinha ruim, só tem batalha”, enquanto na verdade quem provavelmente fez a aventura ser fraca ou ruim, foram os próprios jogadores, apenas procurando coisas pra destruir, matar, e passar logo pro final da aventura, por tanto não me venha com uma dessa no final. (Claro que pode ocorrer o oposto, isso é óbvio, do mestre ser uma bela merda ( risos).
Ou seja, se você só queria lutar, peça pro seu mestre fazer um torneio logo, ou algo assim. Tem também aqueles que debulham todas as regras, combos de habilidades, a melhor raça combinada com a melhor classe, que vai ter “X” pontos a mais e bla bla bla... Certo, quer ser o apelão? Até ai tudo bem, agora, esse tipo de jogador não deixa o mestre usar a famosa, útil e prática “ Arte secreta do mestre esperto e pilantra e que também sabe prender seus jogadores” oO”, é eu sei... EU exagerei um pouquinho... xD Talvez mais que um pouquinho, mas isso não importa. O que quero dizer é simples: O mestre ta La NE, todo empolgado, os jogadores também, e de repente BUM! O mestre decide colocar o super vilão da campanha em cena, para dar aquele drama, e daí então todo mundo diz “UAAAUUU”. Os jogadores que jogam pra se divertir com a galera logo pensa “UAAAUUU: Vamos todos morrer!”, enquanto o apelão “ UAAAUUU: Se eu tirar “X” no dado, com “X” Das minhas habilidades em conjunto com “X” Magia, daí então somo “X” do Bônus da jogada “X”, ai então, bla bla bla... ( É simplesmente incrível como esse tipo de jogadores consegue achar tanto bônus assim, e eles insistem em falar todos, e em todas as jogadas, ao invez de falar logo o resultado. Oo) Consigo matar ele... Os itens dele vão ser meus!”, depois disso é só contar até Três... Um... Dois... Três: “ Vou atacar!” E o pior de tudo mesmo, é quando eles conseguem... Meu deus, e como conseguem!
Ai na luta, quando o vilão ta morrendo, o que não é difícil de acontecer, nem com aqueles que o mestre considera Imortal, afinal é um jogo de sorte também, bom, ai o mestre pensa “ Imagina esse moleque com as armas do maior vilão da campanha”, simples, é só usar a “Arte secreta do mestre esperto e...e...” Bom, vocês entenderam, e fazer o vilão fugir, pronto! Pronto mesmo? Não... O apelão vai querer saber o resultado ou a soma total para o vilão fugir, e é ai que ele te pega. Você da uma quantia qualquer, mentindo claro, pois o vilão não pode morrer oras! Blz, ai diz que o resultado foi alto, maior que o dele para tentar intervir, e quando você esta rindo, se vangloriando, falando que o vilão esta fugindo! ... “ESPERA!” , pronto meu amigo, ai você pode começar a suar frio. Eles sempre guardam algo para aumentar ainda mais suas habilidades, resultados no seu sucesso e no pesadelo do mestre. Conclusão da historia: Cuidado com esses tipos de jogadores! São muito perigosos ¬¬.
Até agora só apontei os defeitos dos nossos jogadores não é? Devem querer me matar uma hora dessa... Mas esperem! Agora vem a melhor parte =D
O trabalho de ser um mestre é realmente um trabalho ingrato. Passamos horas e horas, dias, semanas e até mais tempo para preparar uma aventura que irá acabar em um terço de tempo do que levamos. Mas realmente é um trabalho gratificante. Quando o mestre vê seus jogadores se divertindo, intrigados, alegres, interagindo uns com os outros, comentando as sessões fora do jogo, pensando, pesquisando, tramando planos, cara é simplesmente maravilhoso. Cada pequena descoberta, o jogador acha que descobriu a América, e isso é muito legal, poder ver a cara deles todos empolgados é demais.
Os jogadores que pegam as classes e raças que lhe agradam, que mais adoram, que se identificam, sem se importar com pontos a mais, que jogam com a razão e quando preciso com a emoção, que entram nos seus personagens pra valer, esses sãos os melhores. São demais. Eles jogam com a alma, como se realmente estivessem dentro do jogo, vivendo aquela situação. Eles choram com personagens do mestre, aqueles que não passam da imaginação, mas são vivos como qualquer outra pessoa, eles riem, brincam, ficam bravos, param de falar até com o mestre as vezes! Eles sonham, imaginam, encenam, atuam, e é por isso que ser mestre é realmente gratificante e ser jogador é um privilégio.
RPG também é um passa tempo muito produtivo, criativo e recreativo. Melhora e trabalha sua criatividade, imaginação, ajuda a interagir com outras pessoas fazendo assim com que seu social também melhore, melhora seu vocabulário, conhecimento, até ganhar uma namorada é possível e as vezes comum xD Entre varias outras coisas é claro.


Bom, é isso ai, passei uma pequena noção do que é o RPG. Falei sobre o mestre, jogadores, os papeis que cada um tem no jogo, sobre coisas ‘chave” para uma boa sessão e para um bom RPG ( realidade e lógica, lembrem-se sempre! XD) Falei um pouquinho, bem mínimo do que é o mundo do RPG, criaturas, lugares, entre outras coisas. Espero que tenham gostado, logo mais estarei postando mais coisas ainda pra vocês lerem! Vlw a todos e abração!

Posted by Yhudi | às 21:31 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:30 | 0 comentários

Músicas da Banda Elemento X

Agora vamos as músicas.


Aqui por enquanto nao tem muito o que postar, vou colocar músicas mais novas e melhores nos links depois, para falar a verdade nem sei como esses links ae estão, mas creio que são MUITO antigos, de pelo menos uns 3 anos atrás ><

Quem quiser divulgar, para nos ajudar e tudo o mais, por favor fiquem avontade xD
Depois que eu ver tudo certinho, irei colocar a história das músicas também, que são super legais, tem todo um porque em quase toda frase, créditos ai pro nosso compositor das letras Mike, o bixinho é "arretado" ; kkkkkkkkkkkk


Links de algumas músicas:


As letras estão completamente desatualizadas, eu andei dando uma olhada, tem apenas seis la, e ja temos quase vinte músicas. Mas assim q sobrar um tempinho eu vou colocando ok?

Abração a todos!

Posted by Yhudi | às 21:29 | 0 comentários

Calendário e Contato

Bom pessoal, como a banda esta em processo de gravação, não haverá shows ou coisa do tipo, por enquanto é claro. Assim que houver, estarei colocando aqui ok?


By: Yhudi

Posted by Yhudi | às 21:29 | 0 comentários

Como tudo começou.



Vamos la, como surgiu a banda \0/!

Elemento X, não , não é por causa das super poderosas -.- Nos chamavamos "Free Style" antes, por sermos, como posso dizer... Dinâmicos. Bem, nossas músicas nao tem um tabu certo, cada um tem um gosto dentro da banda, e quando vamos compor temos de tudo também. Dentro do rock é claro xD, Por isso o nome de "Estilo Livre" ( Free style), mas como era muito americano pro nosso gosto mudamos para "Elemento X" com o mesmo intuito, de termos um "elemento x", que nenhuma outra banda tinha, por quê se for ver hoje em dia, tudo é aquela coisa " Meu amor, nao vivo sem vc, e bla bla bla" ou então "Sou um corno incorfomado" -.-", nossas músicas passam diversos ideais diferentes, da politica a liberdade de expressão, retirar todo o proveito da sua vida, curtir, viver, e sentir-se bem do jeito que lhe for melhor.
Então vai haver ai músicas que são hard core, ou rock, ou que contenham partes de reggae e por ae a fora, eu dexo pra vocês jugarem isso como bem entenderem ( depois postarei alguns links para que possam ouvir na seção Músicas e Letras).

Meus irmão vem com esse sonho de banda a algum tempo. Desde dos dezesseis anos por ai, eles montaram uma bandinha la, e dai nunca pararam. Eu ainda era muito novo, apenas ficava ouvindo. Quando cresci e aprendi a tocar, agente se juntou para formar nossa banda.
O primeiro show que fizemos foi em Alto paraiso (GO) 200 km de Brasilia, foi quando abrimos o show para o Gabriel Pensador, foi de mais *0*
Dai começamos a compor para tentar gravar um CD ( o que só esta saindo agora -.-" ).

Influências músicais? Charlie Brown junior, sem duvida. Todos nós crescemos ouvindo aquele som que era a "cara" da mulecada, além de tocarem MUITO, e de criarem seu estilo próprio, colocando rock, reggae, hip hop, rap, entre muitas outras coisas nas músicas deles.

bom... que mais que posso dizer o.o... Vou colocar algumas fotos ae pra vocês verem, e os links de algumas músicas na outra seção ok? Espero que gostem >< Essa foto ae era bem no começo, eu tinha uns 15 anos *0*. Bom vamos la, da direita pra esquerda: Eu com a guita na mão, de vermelho o vocal meu irmão Mike, seu nome é Adrian Maitréya Martins, Minha familia e os amigos chamam ele só de Maitréya por isso ficou Mike, o Batera ae todo tatuado é o Junior amigo de infância da gente, e do lado dele meu outro irmão Dharany. Nessa época era só nós quatro.


Aqui foi o show do Gabriel Pensador que abrimos.

Em SP conhecemos esses dois ai, que passaram a se tornar parte da banda, por que em brasilia o batera ficou e o cara que tocava violão tbm. Direita para esquerda: Eu, Junão sendo carregado ( outro batera com o mesmo nome xD) Mike de branco, Thiago de marrom e Dharany com as pernas do baterista 0/
Depois viemos para são paulo e conhecemos essa galera loca ae, esse foi um show que fizemos em Osasco, a galera ae era de outra banda também.


Algumas fotos que achei aqui, Dharanaum pagando de gatinho!


Wayra "O pensador" kkkkkkk

O mike é tão palhaço que é dificil achar uma foto normal dele, ou dele sozinho...

Mas a melhor que eu achei ta ai, que por acaso peguei ele no flagra fazendo um lanchinho xD

Eu \o/









Quase todas essas fotos foram tiradas quando fomos para porto seguro, agente passou dois meses la para levantar uma grana, ja que nao ganhavamos com a banda de rock, algo tinha que sustentar ela né =D, tocando em Bar e Restaurante, música popular brasileira.

Bom, os links vão ae:

Orkut da galera ( menos o meu por q eu não tenho \0/) É só copiar e colar na barra de endereço da internet .

Mike: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=1805014836865530481
Dharany: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=2691425838727081056
Wayra: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=14287440464726891150
Junior: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16865003702244196969

Comunidade no orkut, que por sinal anda meio parada, mas jaja vamos começar mexer nela: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=29108890


Página do wayra no pure volume, relação as músicas que ele toca em MPB: www.purevolume.com/wayraviento


Youtube:
http://www.youtube.com/dharany007

Prontinho, abraço a todos, aproveitem =D

Posted by Yhudi | às 21:28 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:27 | 0 comentários

A Arte gravada em telas

Bom, acho que todos devem querer saber, o por que eu coloquei esse tópico, e específicamente em relação a esse artista. A resposta é simples, é meu pai! Hehehe, cresci vendo meu pai pintar quadros e mais quadros, viajamos a europa toda, o brasil inteiro, toda a familia se divertia muito nas nossas expedições. Ja minha mãe é professora de piano, então posso dizer que eu e meus irmãos nascemos em uma familia privilegiada, e todos nós tinhamos uma tendencia para a arte.

Minha irmãzinha, Rowena, que ja não é tão "zinha", hehe, esta com 12 anos atualmente, em fim, tem uma forte vocação para a música, e minha mãe começou a ensiná-la piano, ainda menor. Meu irmão mais velho Dharany, sempre foi o "administrador", também exercia o papel de montar as telas do meu pai, e deixá-las prontas para pintar, ja imaginou se ele nao fizesse isso? Teria de ser eu a fazer! kkkkkkk
Dai vem o irmão do meio, Adrian Martins, que também veio a se tornar pintor, igual meu pai. Eu que sou o caçula dos homens, vim a me tornar escritor, e espero que tenha metade do sucesso de que meu pai teve, sucesso financeiro e familiar. Se conseguir alcançar essa meta, ja estarei muito orgulhoso de mim mesmo, e viverei muito feliz.
Por fora ainda existe a banda que é composta pelos meus irmãos e eu, a Elemento X. Para saber mais sobre, visitem a seção "Elemento X".

Narciso Conillo Martins

Narciso Conillo Martins nasceu ao ano de 1963 no Paraná, mas foi em São Paulo que residiu a maior parte de sua vida e onde mora até hoje. Dentre os cursos de arte que Conillo fez, destacam - se: Escola Panamericana de Arte em São Paulo (1981), Liceu de Artes e Ofícios em São Paulo (1984) e Curso no Museu Del Prado (1994). O pintor tem grande reconhecimento no mundo artístico devido aos seus quadros abstratos que garantem uma dada harmonia de cores e traços.

Cronologia

1980 - Museu Dimitri Sansoud D'Lavaud, São Paulo 1980 - Museu Dimitri Sansoud D'Lavaud, São Paulo
1982 - II Salão de Arte Contemporânea de Osasco, Grande Medalha de Ouro
1986 - Biblioteca Municipal de São Paulo Mário de Andrade
1986 - Museu de Lavál. Paris
1987 - Panorama da Arte Contemporânea, MAC-SP
1989 - Salão Bunkio, TóKio - Japão
1993 - FIAC, Feira Internacional de Arte Contemporânea, Galeria 245 - Portugal
1994 - Galeria Calcata, Itália
1994 - Galeria Giovani Machia, Roma - Itália
1995 - Galeria do Casino de Figueira da Fóz, Portugal
2002 - Faz parte do acervo da Galeria Espaço Arte M. Mizrahi
.


Alguns Quadros dele:



( Esse segundo é de 96 xD da pra notar a diferença né? De todo jeito, todos são maravilhosos!)





Adrian Martins


O pintor é filho do artista plástico Narcizo CONILLO Martins que a mais de vinte anos atua no mercado de arte nacional e internacional. Adrian já morou na Europa onde aprimorou seus estudos e expôs varias vezes. O artista conta agora com um acervo mais figurativo e picassiano.

Algumas detelas dele:







Bom, é isso pessoal, espero que tenham gostado das pinturas, e se quiserem entrar em contato, ou mesmo comprar ou fazer encomendas, por favor, mandem um email para yhudimartins@hotmail.com, para que possamos conversar ok?

Abraço a todos, e tenham um ótimo dia/mês/ano!

Posted by Yhudi | às 21:26 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:26 | 0 comentários

Posted by Yhudi | às 21:21 | 0 comentários

Sobre os Contos Urbanos

Essa seção é reservada para histórias Urbanas. Histórias que se passam nos dias de hoje. Podem ser curtas, podem ser grandes, depende apenas da minha imaginação, e claro, da de qualquer um de vocês. Se quiserem colocar alguma história criada por você, sim, você ai que esta lendo isso agora, é só entrar em contato comigo, que farei uma revisão de seu documento, e então postarei aqui =D

Posted by Yhudi | às 21:04 | 0 comentários

Sobre os Contos do Dia

Aqui irá ficar os contos diários. Tanto podem ser pequenas histórias, como algum fato do dia a dia, mesmo que ocorra comigo, com você ou com o mundo a fora =D

Posted by Yhudi | às 20:48 | 0 comentários