Dicas dos Experts

Bem, aqui vou dizer algumas dicas minhas para quem quer começar a escrever, e para os que ja escrevem ( como eu) algumas dicas de escritores famosos também estarão aqui. Me ajudaram bastante até, e creio que ira ajudar a vcs também.

Então vamos começar... Antes que eu começasse a escrever, eu comecei a ler, para ter uma base de como os grandes escritores escreviam seus livros. Sou amante de O Senhor dos Aneis, de J.R.R Tolkien, então comecei por esse. De fato ele era um gênio. Descrevia como nenhum autor descreveu um cenário, nunca havera alguem melhor que ele nisso. Porém, quem não gosta fica um pouco intediado. Para ele descrever uma unica árvore, talvez vá uma pagina inteira, ou até mais. Eu particularmente gosto, acho magnifico o modo que ele consegue fazer isso. Não é o modo que escrevo, e também acho que nao conseguiria, mas realmente é algo a se aplaudir. Depois que li os livros dele, eu ja tinha uma base por onde começar meu livro, de como escrever e coisa e tal. Ainda assim procurei outros autores para me aprimorar. Dai parti para Robert Anthony Salvatore, autor e escritor de Forgotten Realms ( Os Reinos Esquecidos). R.A Salvatore escreveu a trilogia "Os Reinos Esquecidos: O Vale do Vento Gélido" o Volume 1 tem como titulo "A estilha de cristal", o volume 2 " Rios de Prata", e o por ultimo, Volume 3 "A joia do Halfing". Eu indico TODOS os livros de R.A Salvatore, ele é incrivel, um verdadeiro genio da fantasia.
Depois que li o primeiro volume da trilogia Forgotten Realms, comecei a escrever o meu próprio livro. Antes de ler esses livros que mencionei eu tentei escrever, mas além de demorar MUITO para conseguir escrever poucas paginas, não ficou tão bom quanto o que escrevi DEPOIS de ler. Leiam muito, pois isso enrriquece seu vocabulario, e acima de tudo, te da uma otima base para você escrever cada vez melhor.
Outra coisa que realmente ajuda, que vocês iram ver logo abaixo, nas dicas dos escritores famosos, é o simples fato de quando escreve algo, e que não esta muito bom naquele momento, quando a historia esta confusa na sua cabeça, NÃO JOGUE FORA o que você escreveu. Guarde. Depois de um tempo leia de novo, você vera que está bom, até ira se perguntar "eu escrevi isso?", e ainda por cima a história ira dar continuidade naturalmente. Eu acho que isso ocorre pelo fato de você estar "bitolado" com uma ideia. Aquela coisa que fica na sua cabeça, e sempre que vai escrever ela continua la. Então tem de dar um tempo para que aquilo se afaste, e depois continuar com um outro ponto de vista.
Bom... Acho que tudo o que irei falar vocês podem ler direto de autores consagrados, que estão ali embaixo, xD é isso pessoal, boa leitura, boa escrita e acima de tudo, boa Diversão!


Aqui vai algumas dicas de Stephen King, e um pouco sobre ele:

Stephen King é conhecido pelos seus mais de 50 best sellers de horror e fantasia, é autor de mais de 200 obras e recebeu o prêmio da National Book Foundation dos EUA pela sua contribuição para as letras americanas, embora nem sempre tenha tido a crítica a seu favor.

Stephen King ensina a escrever melhor, 5 dicas.
Vá direto ao ponto – ou pelo menos chegue logo ao ponto. Não desperdice o tempo do leitor com longas introduções e prolegômenos. Não gagueje.
Escreva um rascunho e deixe decantar – depois de escrever o rascunho, guarde por algum tempo, aguarde maturar, e só então revise e prossiga. Isto lhe permitirá ver o texto sob outra perspectiva, diferente daquela sob a qual você o escreveu, e assim facilita aplicar os cortes e edições que você talvez nem perceberia que precisava fazer.
Corte seu texto – King fala em cortar 10% do total – foi um conselho que ele recebeu em uma carta de rejeição de um texto seu, no início da carreira, e que seguiu desde então. Remova palavras, frases e capítulos supérfluos.
Leia muito – precisa explicar? Para escrever bem, é preciso ler bem. Aumentar sua quilometragem, aprender fatos e estilos novos, saber melhor o que fazer (e o que não fazer). Não é difícil, e vale a pena.
Escreva muito – o aperfeiçoamento vem com a prática, assim como nos esportes. Escreva, e depois escreva mais, e assim você vai melhorar cada vez mais.



George Orwell, você sabe, é o autor de “1984″ (o livro que cunhou o conceito e o nome “Big Brother”) e de “A revolução dos bichos”. O que você pode não saber é que em 1946 ele escreveu um texto dando sugestões para melhorar o estado do uso do idioma nas publicações da sua época.

As dicas de George Orwell:
Nunca use chavões, metáforas ou outras figuras de linguagem que você esteja acostumado a ver na imprensa.
Nunca use uma palavra longa onde uma curta é suficiente.
Se for possível cortar uma palavra, sempre a corte.
Nunca use a voz passiva se puder usar a ativa.
Nunca use uma frase estrangeira, um termo científico ou um jargão se você consegue pensar em um equivalente comum.
Quebre qualquer destas regras antes de escrever alguma barbaridade.

As 5 dicas de Ernest Hemingway para escrever bem
Elas são curtas e diretas:
Use frases curtas: O estilo de Hemingway ia direto ao ponto, minimalista e genial.
Inicie com um parágrafo curto: Veja a abertura deste artigo.
Escreva com vigor: Transmita sua idéia com energia, deixe evidente o foco, a intenção.
Escreva positivamente: Descreva o que as coisas são, e não o que elas não são. Não diga “não é muito caro”, diga “é econômico”. Ao invés de dizer que o software não tem erros, diga que ele é consistente, ou estável.
Saiba reconhecer os seus sucessos: publique os textos em que você acertar, e descarte (ou guarde para depois aprimorar) aqueles que não estão no nível de qualidade desejado.

Agora as dicas de Thalita Rebouças, retirada de sua própria pagina da web:
Por Thalita Rebouças:
Mas se você sonha em ser escritor e ainda não botou as manguinhas de fora:
1) Nunca é tarde para correr atrás de um sonho. Zélia Gattai começou a escrever aos 63 anos, furou as orelhas aos 80 e hoje é imortal. Mas comece logo. Agora, se possível, tenha você 15 ou 80 anos. Escrever um livro leva tempo, então por que esperar mais? Cada dia de espera é um dia perdido, não volta mais. Aliás, esta dica serve para qualquer sonho que você tiver. Acredite e comece a se mexer. Ficar em casa assistindo à Sessão da Tarde não ajuda nada.
Lembrei-me agora de uma passagem do primeiro livro do Amyr Klink, Cem dias entre Céu e Mar, em que ele conta uma coisa muito bonita. Seu medo maior não era das tempestades, dos tubarões ou da solidão. Seu medo era de nunca sequer partir para tentar realizar o seu sonho de cruzar o Oceano Atlântico remando. Não tentar pode ser muito, muito mais doloroso do que fracassar. Portanto, por mais difícil que possa parecer, NÃO DESISTA!
2) Não se preocupe se os seus primeiros textos não forem um primor. É muito difícil acertar a mão logo de primeira. Continue tentando, continue insistindo. Você vai melhorar. Como dizem os ingleses, "a prática traz a perfeição". Escreva e reescreva cada parágrafo, cada capítulo dezenas de vezes, se necessário. Eu só paro de alterar um livro quando a editora me obriga a entregar os originais para iniciar o processo de publicação.
3) Aliás... o ato de escrever se resume, basicamente, a duas etapas: a primeira consiste em despejar a história no papel. A segunda, minha preferida, em burilar esse texto "despejado". Lembre-se de que, como disse o filósofo francês Voltaire, escrever é a arte de cortar palavras. Acredite, é um dos melhores conselhos para quem quer viver de escrever. Não tenha pena do seu texto, corte, corte mais uma vez, mais uma. Limpe as arestas, enxugue as gorduras, mesmo, sem dó nem piedade. Assim, seu texto fica mais enxuto a cada leitura, a cada tratamento e, um belo dia, ele vai estar pronto, tinindo, apenas esperando que você dê a partida e o envie para as editoras.
4) Se você é do tipo que entra em pânico diante de uma tela de Word em branco, compre um gravadorzinho. É uma excelente ferramenta de trabalho, vivo com o meu para cima e para baixo para não deixar as idéias sumirem na memória. Muita gente me diz que o difícil é começar a escrever, que dá um branco, parece que tem uma barreira etc. Com o auxílio do gravador, você simplesmente conta a história para você mesmo. Acredite, depois fica fácil passar para o papel. Você começará apenas transcrevendo suas idéias mas, aos poucos, vai tomar gosto pela escrita e pelo processo de lapidação de texto. E posso adiantar uma coisa? Prepare-se, é uma delícia.
5) Uma forma bem bacana de praticar a escrita (e também de aprender a encarar as críticas numa boa) é criar um blog. Eles proliferam na internet e vieram ao mundo para mostrar o talento de muita gente que andava escrevendo escondida por aí. Além de ser uma maneira de mostrar a sua cara (e seu texto, claro), o blog pode te ajudar a ser encontrado por uma editora, já que cada vez mais a web se firma como celeiro de bons escribas. Se quiser conhecer o meu blog, clique aqui.
6) Não escreva sem saber aonde quer chegar, fica muito difícil. É claro que você pode – e deve – mudar a sua história ao longo do tempo, mas sempre tenha um objetivo definido. Um exemplo: quando comecei a pensar em escrever o Tudo por um Pop Star defini que seriam três amigas, fãs fanáticas (e desastradas), capazes de fazer as maiores loucuras para chegar perto de seus ídolos. Os detalhes vieram depois, nasceram enquanto eu escrevia.
7) Escolha um tema familiar, com o qual você se sinta à vontade. E pesquise o quanto for preciso para dar consistência ao seu romance. Com a Internet, pesquisar os mais diversos assuntos ficou bem mais fácil. E é uma das partes mais gostosas do trabalho de escrever um livro.
8) Se a história empacar, deixe o livro de lado por algum tempo, mas não desista. De tanto revisar uma parte, você pode acabar não vendo mais o que precisa ser corrigido. Deixe o texto descansar por algumas semanas e depois volte a ele com olhos renovados. Problemas que pareciam insolúveis se resolvem naturalmente.
9) Observe. Tudo. No carro, na portaria, no elevador, na night, observe tudo e todos. O cotidiano é uma infindável fonte de inspiração (bebem dela grandes autores, como João Ubaldo Ribeiro, Mário Prata e Fernando Sabino, só para citar alguns). Um comentário aparentemente inútil e sem importância que você ouviu no elevador pode render idéias saborosas para crônicas, contos e até romances. Fique de olhos e ouvidos bem abertos! Sempre.
10) Cuidado com a opinião de amigos ou mesmo de parentes. Ela pode ser desfavorável (ou não tão otimista quanto você esperava) e abalar a sua garra. Lembre-se de que a última coisa que os pais de Paulo Coelho desejavam era que ele se tornasse escritor. E quem vai dizer agora que ele estava errado? Além do mais, seu livro, por mais que você o ame e o ache perfeito, sempre desagradará a alguém. Nenhum livro (nenhum, mesmo!) tem aprovação unânime. Se alguém criticar seu texto, procure encarar com naturalidade. É difícil, mas é preciso.
11) Molho. Massa sem molho é uma lástima. Fica uma coisa sem graça, insossa, zero apetitosa. Texto sem molho é isso aí e mais um pouco. Escrever corretamente é uma coisa. Escrever com molho é outra. Uma boa história é capaz de prender o leitor. Mas uma boa história com molho pode conquistá-lo e ser o ingrediente que levará seu projeto de livro para frente. Luis Fernando Veríssimo, Fernando Sabino e João Ubaldo Ribeiro são ótimos exemplos de autores que sabem dar molho ao que escrevem.
12) Leia. Leia muito. Livros, jornais, revistas, bulas de remédio, manuais de máquinas fotográficas, blogs, gibis, não importa. É lendo que ficamos em contato com a matéria-prima de todo e qualquer escritor: a língua portuguesa. É como o treino para um jogador de futebol. Sem leitura, um escritor que podia ser craque vira apenas mais um perna-de-pau.
Para quem já está com seu primeiro original prontinho
1)
Registre seus originais na Biblioteca Nacional antes de enviá-los a uma editora. O procedimento é simples e está descrito no site da instituição. Importante: este registro não precisa ser enviado para as editoras junto com os originais.
2) Envie, junto com uma carta de apresentação caprichada, um exemplar encadernado para todas as editoras que você acha que têm perfil para publicar o seu livro. Muita gente me pergunta se pode mandar os originais em formato digital. Melhor não. O ideal é que seus originais cheguem à editora impressos e encadernados. Mas isso é o óbvio, né?
Só que é preciso tomar alguns cuidados. Se você simplesmente enviar os originais num envelope pardo, pode ter certeza de que ele vai acabar numa pilha que, usualmente, vai do chão ao teto. As editoras simplesmente não conseguem avaliar todos os originais que chegam para elas.
Para que isso não aconteça, invente uma forma criativa de se destacar dos outros candidatos a escritor. Exemplos: mande os originais numa caixa enorme, cheia de balas. Ou mande numa caixa colorida. Ou o que mais você inventar para aparecer mais do que os outros.
Claro que você pode ter sorte, como teve ninguém menos que J. K. Rowlling, a criadora de Harry Potter, o bruxinho mais famoso e milionário do mundo. Foi do topo de uma pilha dessas que foi pego seu primeiro original, simplesmente porque um compromisso do agente foi cancelado. Mas, na dúvida, vamos sempre tentar dar uma mãozinha para a nossa sorte.
3) Coloque um pinguinho de cola a cada dez páginas dos seus originais. Assim, quando uma editora qualquer devolver seu texto alegando não ter interesse em publicá-lo, você poderá checar se ele foi ao menos lido e avaliado. Meu marido, o Cao, fazia isso quando não tinha ainda nenhum livro publicado e denominou a técnica de "colagem anti-depressão". Muito útil. Diversas vezes ele recebeu de volta os originais e pôde verificar que eles não tinham sido sequer folheados.
4) Se depois de um ano você não receber nada a não ser cartinhas do tipo "que pena, mas para os próximos meses nossa programação já está fechada", comece a cogitar uma pequena edição independente. Voltando ao exemplo do Cao, essa foi a decisão dele e, após a venda de 800 exemplares (nos bares, em pequenas livrarias etc.), ele acabou sendo convidado pela Editora Record para reeditar seu primeiro livro, O Brilho dos Pássaros, e, em seguida, lançar o segundo, A Janela Entreaberta.
5) Se for fazer sua edição independente, muitíssimo cuidado com a escolha da capa, do título e com o preço final para o leitor. Quanto mais barato um livro, mais fácil vendê-lo – principalmente quando se trata de um autor iniciante. O título e a capa, claro, devem ser bonitos e bem cuidados. Mas também precisam ser comerciais e espelhar bem o conteúdo do romance.
Um exemplo de livro com título poético e capa bonita que não funcionam bem comercialmente é O Brilho dos Pássaros, do Cao (mais detalhes em http://www.carlosluz.com.br/). O livro conta o que acontece a um rapaz de 20 e poucos anos após a sua morte, mas se o provável leitor não pegar o livro e ler a contracapa jamais descobrirá. Acho que é só isso que ainda impede esse romance de se tornar um imenso sucesso, mas com o tempo ele chega lá, tenho certeza. Tudo teria sido muito mais rápido se o título escolhido tivesse sido, por exemplo, Depois que morri.
6) Por mais que você ame desenhar e seja um ótimo ilustrador, deixe a capa aos cuidados da editora. Não que você não possa opinar e dar sugestões quando chegar a hora, mas a palavra final nas capas dos livros costuma ser da editora.
7) Mandar os originais em formato de livro pronto também não impressiona as editoras. Elas são 100% responsáveis pela parte gráfica de um livro (tipo de letra, encadernação, capa, contracapa, tudo). A parte que cabe ao escritor é apenas o texto.
8) Muita gente me escreve perguntando como é feito o pagamento aos escritores. Normalmente, as editoras pagam 10% do preço de capa trimestralmente.


Bom, é isso pessoal, Todo o conteúdo que esta aqui foi retirado de paginas que encontrei no google, então não são de atoria minha, mas agradeço muito a eles, pelo grande leque de informações. Espero que tenham gostado, e que tenham aproveitado ao maximo essas dicas.
Abraço a todos!
Yhudi Martins

Posted by Yhudi | às 23:17

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